Eleonora de Fonseca Pimentel
30.8.25
Acção política
O tempo fechado como um punho
que cerra sem nada dentro.
Poderia erguê-lo em protesto, resistência
ou agressão, esmurrar os dentes não sabia
de quem,
mas o interior permanecia vazio
e os dedos acabavam sempre por ceder.
Quem nada tinha nada podia.
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